Garoto e a Bossa show dia 06/11/2015 no Rio de Janeiro - RJ

Garoto e a Bossa no Rio de Janeiro


Dia: 06/11/2015
Cidade: Rio de Janeiro - RJ
Local: Little Club
End: Rua Duvivier
Horário: 20:30 horas  

Vendas de ingressos
Little Club
Reservas: (21) 2543-2962

Valor do Ingresso 
COUVERT ARTÍSTICO: R$40,00

Lista amiga:
R$30,00


(confirmando presença no email PRODLUCIAHELENA@GMAIL.COM​, ​até 12h do dia 06)


(​obs: ​o espaço só aceita pagamento em ​espécie para o couvert artístico)


Em GAROTO E A BOSSA, Domingos Teixeira (violão e arranjos), Lúcia Helena (voz) e Marina Chuva (percussão) prestam homenagem ao grande compositor, arranjador e instrumentista Aníbal Augusto Sardinha, o "Garoto", 
​cujo centenário comemora-se em 2015.  

O show traz clássicos do compositor ao lado de raro material musical, com sabor de novidade, garimpado por Jorge de Mello no acervo deste artista tão cultuado por compositores e instrumentistas de várias gerações.  "Amoroso", “Lamentos do Morro”, "Duas Contas", "Gente Humilde", “Esperança”, “Sorriu para Mim” e “Jorge de Fusa”, além de canções inéditas ou desconhecidas  integram o roteiro em versões e arranjos elaborados pelo violonista Domingos Teixeira  ou por outros pesquisadores, como Paulo Belinatti, a partir dos manuscritos e gravações originais de Garoto.  Em paralelo, canções como “MINHA NAMORADA”, de Carlos Lyra e Vinícius de Moraes, "APELO", de Baden e Vinícius, "DESAFINADO", de Tom Jobim e Newton Mendonça e "MANHÃ DE CARNAVAL", de Luís Bonfá e Antônio Maria, são presença certa, pois revelam a influência de Garoto sobre os compositores da Bossa Nova. Paulista de nascimento, Garoto viveu no Rio de Janeiro  auge de sua trajetória profissional. Conviveu intensamente com toda a nova geração de músicos em ascensão. Mais um pouco e estaria entre os grandes da Bossa.

A produção musical de Garoto explora tecnicamente a linguagem violonística em direções inusitadas em seu tempo, abrindo portas para uma verdadeira escola do violão popular brasileiro enquanto instrumento solista.  Seus estudos de harmonia aplicada aos arranjos populares exploram os limites do sistema tonal e incorporam as dissonâncias, as escalas de tons inteiros, adivinhando a "Bossa Nova” e os caminhos da moderna música popular brasileira.​
Os principais compositores desse novo momento são, assumidamente, influenciados por suas inovações harmônicas. 

Há registros de um encontro histórico, pré-bossa, ainda em 1952, entre Garoto (violão), Johnny Alf (piano) e Vidal ao contrabaixo. Gravaram “Falsete” de Johnny Alf e “De Cigarro em Cigarro” de Luís Bonfá. Para muitos, é a gravação pioneira da Bossa Nova.  Atuaram ao seu lado, também, João Donato, Dolores Duran, Newton Mendonça, Tom Jobim, Candinho, Billy Blanco, Dick Farney e Sylvia Telles, dentre outros.  Carlos Lyra foi seu aluno, João Gilberto frequentava suas rodas.  Baden Powell, embora não o tenha conhecido, era seu fã declarado. 

Sua permanência no Rio de Janeiro permitiu um profundo intercâmbio com os principais arranjadores e compositores da cidade ​tornando-o influência marcante sobre diversas gerações de ​músicos brasileiros.

A identidade com a cidade do Rio de Janeiro, que completou 450 anos também  em 2015, é especialmente relevante: Garoto, adotou o Rio de Janeiro para viver

​e trabalhar desde a década de quarenta, quando destacava-se como um dos maiores instrumentistas brasileiros.  ​Faleceu em 1955, em sua casa na rua Constante Ramos, 30,
​ ​
C​opacabana, poucos dias antes de completar 40 anos. São, portanto, também em 2015, 60 anos sem Garoto entre nós.



 


(Vídeo de divulgação)
Canal do youtube -  Garoto e a Bossa

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